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Ela estava a trabalhar numa casa e estava sozinha. Entrou num dos quartos e foi surpreendida por um negro que tinha entrado pela janela. Ele disse-lhe para ela não gritar, agarrou-a e tapou-lhe a boca.
Andou durante 1 hora (1 hora) com ela a percorrer toda a casa, a dizer-lhe para abrir todas as gavetas para procurar ouro ou dinheiro. Perguntou-lhe onde estava o dinheiro, que a matava se não dissesse. Ela não sabia. Ele pegou numa gravata. Ela achou que ia morrer. Que ele ia enfiar-lhe a gravata no pescoço e que a ia matar. Ele vasculhou a mala dela, ele tirou-lhe algumas moedas que ela tinha. Ele continuava a ameaçá-la, que não sairia ali de mãos a abanar. Ela falou-lhe de computadores e tablets que andavam por ali. Mas ele não queria nada disso, queria ouro ou dinheiro. A gravata continuava por perto e ele dizia que a matava. Ele descobriu uma chave. Ele abriu um cofre. Ele encontrou algum ouro e foi embora.
Ela achou que ia morrer nesse dia.

Ela era a minha mãe.

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7 comentários

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De Maria João a 06.06.2013 às 12:45

Credo...que susto!
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De helena a 06.06.2013 às 14:41

Até estou sem palavras. Que susto, que hora tão longa e tão difícil de passar para a sua mãe.

Que a sua mãe recupere do choque e do susto tão depressa quanto lhe seja possível. Um abraço especial à sua mãe e a todos, sim, que isto afecta toda a família.

Um beijinho
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De Carla A. a 06.06.2013 às 22:32

Fogo Su....e como é que ela está agora?
Um beijinho grande para a tua mãe.
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De Vespinha a 07.06.2013 às 08:51

Que pavor! E como ficou ela? Já conseguiu recuperar do susto?
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De Gaja a 07.06.2013 às 16:26

Obrigada a todas pelas palavras :)

Ela está bem, é rija! Eu no lugar dela acho que me tinha dado um fanico ao fim de 10 minutos :))
Agora é recuperar, claro, faz parte.

Bj da Gaja
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De diarioarev a 12.06.2013 às 10:46

E apanhar o pilantra e dar-lhe cabo do canastro, hã?!
Acho que o que mais custa apesar de tudo é saber que gente como "ele" fica impune, entra nas nossas casas, subtrai-nos a paz (e as outras coisas) e não tem castigo. Acho que quando isto nos acontece nunca mais recuperamos a segurança, o medo passa a estar sempre presente quando entramos/saímos de casa, num estacionamento, em qualquer parte parece que nos sentimos sempre espiados... Haja sáude para a sua mãe! Bjo .


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De Menina Marota a 21.06.2013 às 14:02

Meu Deus... deixa o ouro para lá, o que interessa é que ela ficou com vida muito embora o susto vá perdurar.

Ainda hoje recordo como se fosse no próprio dia, quando o meu filho chegou a casa e pálido de morte me disse... "Mãe, fui assaltado"

http://meninamarota.blogspot.pt/2006/06/me-fui-assaltado.html

Um abraço solidário e carinhoso

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