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28
Dez11

Pois que o meu foi muito bom! É de facto verdade, depois de ter filhos o Natal ganha outra dimensão (apesar de eu sempre ter adorado) e outro significado.

Este ano, à semelhança do ano passado, meti na cabeça que teria de oferecer a amigos e alguns familiares coisas feitas aqui em casa. Juntei ainda mais pessoas à lista que no ano anterior (eu gosto de complicar) mas no fundo nunca tive grandes esperanças de acabar tudo a tempo. O trabalho nas últimas 2 semanas antes do Natal era mais que muito mas em cada bocadinho livre que tive aproveitei para fazer todas as coisas. O Rapaz ajudou e muito! Desde a impressão de etiquetas, escrever em todas (a cambalear de sono muitas vezes, por isso se estavam algumas com a letra torta não se admirem:)) ou a fazer alguns embrulhos. Quanto a mim coube-me a parte da confeção: chocolatinhos carregadinhos de frutos secos e sultanas, Areias (não de Cascais mas de outra terra que é a minha:) e açúcar aromatizado com canela e gengibre. Estes eram os "produtos base" do cabaz e ainda em alguns juntámos, claro está, algumas bolachas de Natal da Cake Mania.

 

   

 

A maioria dos cabazes foram "embrulhados" nas latas de leite do Di (algumas que fui guardando ao longo do tempo), devidamente cobertas com papel de embrulho, claro. Como as latas não chegaram recorremos ao tradicional papel de celofane e eu acho que também ficaram muitaaaa giros!

 

 

 

Claro que o blogue da Joana Roque ,que eu adoro, tem servido de inspiração desde há 2 anos, altura em que comecei a acompanhá-lo. E agora com o livro dela, "Feito em casa" (presente mááá lindo das minhas amigas) creio que a "pancada" se vá agravando :)

O Rapaz também gostou muito de acompanhar este processo e foi um verdadeiro trabalho de equipa...tanto que até se inspirou e foi fazer  um licor Baileys caseiro para oferecer à sogrinha (o sucesso foi tanto que agora ninguém o cala com os licores...não tarda muito tenho uma destilaria montada cá em casa)

 

A véspera de Natal foi passada entre as últimas compras e na cozinha, rodeada de cheiros a canela, fritos e risadas. Ouvi alguém dizer na televisão que iria comprar tudo feito porque secalhar nem ia gastar muito mais do que se fizesse em casa e assim passaria mais tempo de qualidade com a família e não trancada na cozinha. Pois quanto a mim, fiquei trancada na cozinha com todos lá dentro e o tempo que passámos foi de qualidade, garanto. Tirando a parte em que os cunhados meteram na cabeça que iam fazer uma maionese espectacular e ficaram com a varinha mágica a fazer barulho durante quase uma hora. Teimosos pá! Maionese 1 / Cunhados - 0

Já estávamos a jantar quando saiu do forno o segundo bolo-rei.....nham nham nham!

 

 

 O resto da noite foi passada a abrir os presentes. O Di, da parte dos pais teve um, um volante todo giro da Chicco que achámos bastante didático. Um tambor todo giro da avó, um cão peluche do tio (que acha que a criança anda rodeada de gatos em demasia :P), roupinhas e outras coisinhas. Nada em demasia, como tínhamos planeado, até porque o pimpolho nem entendeu metade do que se estava a passar :)

 

Quanto a mim tive presentes espectaculares. Sem pedir nada, sem sugerir nada, acertaram todos na mouche nas coisas que me ofereceram. Ténis pretos e rosa (so Cake Mania!), camisola rosa (again Cake Mania!), a biografia do Hérman José, o filme do Amadeus (durante largos anos era tradição ver este filme com o meu irmão no dia de Natal).

Do meu Rapaz recebi esta preciosidade:

 

 

E ainda este, que considero o álbum do ano:

 

 

 

 

O dia de Natal foi passado entre a casa da mãe, casa do pai, os miúdos connosco, barulho, muito barulho, animação, o cansaço também a espreitar, mais comida, mais presentes. Para casa ainda veio uma mota, que o maluco do avô e da avó torta decidiram oferecer a D. Dinis para quando ele tiver idade de me partir a sala toda com aquilo. Obrigadinhes sim?
Chegados a casa, às 11h da noite, o Rapaz ficou a tratar dos garotos e eu ainda fui trabalhar. Tinha um bolo para o dia seguinte e lá fui eu conversar com os Pocoyos, elefantes rosa e patos desta vida.
Deitei-me às 3h da manhã. Com a sensação de dever cumprido. Ufffffffff

 

 

 

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