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Em Fevereiro a televisão do quarto pifou. Apresentava cores estranhas e lá foi de viagem para a assistência técnica. Aquela que me fazia companhia antes de adormecer, num vício não muito saudável de filmes e séries e programas interrompidos pelo sono, de uma luz chata a iluminar o quarto, pifou.
Entretanto ela voltou, não ela que já não tinha cura, mas outra semelhante. Nunca mais a liguei.
Na sua ausência troquei-a pelo meu vício de anos anteriores: cabeça na almofada, sempre (sempre) virada para o lado direito, com um livro aberto na mão.
Voltou em força aquele prazer, aquele querer, aquele gostar de adormecer a ler. Porque só assim consigo ler, no silêncio, longe de agitações.
Uma média de 5 páginas por noite que os dias são sempre cheios.
Vou quase a meio de um livro "gigante" e a pressa não é muita para o acabar, sendo que o segredo dos livros talvez seja esse, não apressar aquilo que não tem tempo.

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