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31
Jan14

Follow Friday #1

por Gaja

Destacar um Blog, é esta a sugestão que o Blogs do Sapo faz às sextas-feiras a toda a comunidade. A condição? Que seja um blog alojado no Sapo.

Não poderia deixar de iniciar este conjunto de destaques com um dos Blogs mais antigos por aqui. Também ele feito à "moda antiga" onde assuntos da actualidade estão sempre presentes e escritos de uma forma bastante clara e inteligente.

 

O que é o Jantar 

 de Jorge Soares          

 

Às vezes temos opiniões divergentes mas é uma pessoa que respeito imenso aqui nestas lides blogueiras.
Espreitem que vale a pena. No fundo só consigo encontrar um pequeno defeito neste blog: a música de fundo. Mas se um dia o Jorge colocar Led Zeppelin a tocar, até sou menina para não desligar o som :)

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09
Abr08

 

E depois do "A Vidinha de uma Gaja" e do "conto Eu ou contas Tu" porque não um blog fotográfico?

 

Luz e Sombras

 

Espero que gostem...

 

E o Sapo que me perdoe, mas desta vez tive mesmo que optar pelo Blogspot. Fotografia e Batráquio não combina, ponto final

 

 

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22
Mar08

Hoje apetece-me

por Gaja

Eu hoje estou num daqueles dias em que só me apetece ganir e partir coisas.

 

Nada de muito grave. Apenas me apetece.

 

Solução para o problema: Enfiar-me numa banheira tão cheia, mas tão cheia de água que ao mínimo contacto de apenas um dedo, entorne imediatamente um ou dois litros para fora.

Não que seja muito dada a estas intimidades com banheiras pois é um daqueles objectos aos quais não se podem dar grandes confianças.

Uma banheira cheia de água quente faz-nos perder imenso tempo. Na maioria das vezes parece ter um efeito regressivo, com aquela sensação de conforto que provavelmente só o ventre materno oferece. Sair de um estado destes, é díficil, é coisinha para demorar uma hora ou mais.

Uma banheira cheia de água quente com sais aromáticos e coisas que tais é o descalabro. O conforto quando cheira bem, atrasa a vida a qualquer um.

Uma banheira cheia de água quente poderá igualmente fazer-nos perder a noção do rídiculo se tivermos um patinho de borracha por perto.

 

Mas caramba!

Hoje apetece-me!

 

 

 

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11
Mar08

 

 

A segunda participação para a continuação da história do blog conto Eu ou contas Tu foi escrita pela Ladybug do blog Baby Steps

 

 

Catarina começava a estalar de impaciência. Se por um lado tinha vontade de se render ao sono, por outro, queria esperar por Bruno. Devia-lhe isso. Afinal, ele tinha ido à rua de propósito comprar leite para ela. Não tinha que o fazer. A “exigência” do leite tinha-lhe saído da boca num impulso. Não era pelo leite... Queria estar presente na vida dele, mas não queria tornar-se apenas mais um hábito para ele... como o whisky ou o leite... Queria apenas participar dos rituais dele, queria partilhá-los com ele. Queria sentir o que ele sentia quando bebia o leite. Se era importante para ele, seria importante para ela.
 
E não queria que ele a tomasse como certa.  Tinha entrado nesta relacção meio a medo, meio curiosa. Era nova na empresa quando se conheceram. Ainda mal estava recomposta do seu divórcio quando conheceu o Bruno. Tinha-se instalado em Lisboa há pouco tempo, conhecia pouca gente e as pessoas que conhecia eram, na sua maioria, conhecimentos profissionais. Por isso, quando o seu trabalho se cruzou com o de Bruno, por força das circunstâncias, a proximidade acabou por ser inevitável. Com o tempo foram-se conhecendo melhor, e Catarina começou a dar consigo a querer antecipar as reuniões com ele, a pensar nele com frequência, a inventar desculpas para falarem. Havia algo nele que a encantava. Havia algo nele que a fazia sentir segura e pressentia que as coisas seriam diferentes desta vez. E quando ele a convidou para jantar, sem qualquer pudor,  com o seu sorriso engraçado e ar distraído, não pôde recusar. Tinha-se apaixonado por ele. E desde então tinham-se tornado no porto de abrigo um do outro...
 
Quanto ele lhe contou do seu problema com o alcool, ficou surpreendida apenas. Tinha-o posto num pedestal. Sempre com um pé atrás, sim, mas... até à data não lhe conhecia “defeitos”, por isso, ficou efectivamente surpreendida. Nada mais do que isso. Ela sabia o que era ter telhados de vidro. Oportunamente, também ela teria uma história para partilhar com ele. Mas primeiro tinha que encontrar Laura, falar com ela, saber como ela estava, por um ponto de final naquela história. Laura era irreverente, extravagante, impulsiva e ela era o reverso da medalha. Doce, ponderada, calma, afectuosa. Nunca quis que as coisas tivessem acabado assim... E agora que estava de volta a Lisboa, sabia que tinha que a procurar.

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26
Fev08

 

 

 

A primeira participação para a continuação da história do blog conto Eu ou contas Tu foi escrita pelo autor do blog I am you.

Leiam o texto. Espero que gostem tanto como eu.

 

 

Bruno enrosca-se ainda mais no casaco que o protege do vento frio que sopra de norte. Deixou os amigos na discoteca e decidiu ficar só, por momentos, no velho jardim que lá de cima namora a cidade. Faz hoje dezoito anos e quer sentir o peso pluma de tão poucos anos vividos e da vida futura que se avizinha. Na sua cara floresce uma barba que teima em despontar mas que ele gosta de acariciar como se fosse aquele o sinal da sua recente maioridade. Um pouco ébrio pelas imperiais bebidas ao jantar e por uma vodka laranja emborcada na discoteca, Bruno cerra os olhos e deixa que a rispidez do frio o embale numa sonolência quase confortável.
A meia dúzia de metros a seu lado, um vulto envolto numa capa negra como aquela noite, aproxima-se do frágil muro que circunda o jardim, subindo-o e mantendo-se num equilíbrio precário. Amparada pelo vento, aquela sombra negra dançava o que poderia ser a sua última dança, isto porque um pé em falso seria o suficiente para uma queda considerável, acabando em morte certa.
Bruno olhando para aquele bailado dantesco, de um salto agarra-a por um braço, puxando-a para trás, acabando estatelados no chão. Como se de um felino s e tratasse aquele corpo que ele tentava dominar, cravava-lhe as unhas por debaixo da roupa, provocando-lhe dor. Num repente, Bruno consegue passar para cima daquele ser que parecia possuído por uma força de outro mundo. Num último esforço, consegue-lhe prender as mãos com as suas, e por fim vislumbra-lhe o rosto. De uns olhos lindíssimos, mas carregados de raiva e tristeza brotavam pesadas lágrimas. Esta era Laura.
 
 
Malta. quero mais participações......vá......façam lá uma forcinha!
Enviem para o mail supergaja1@sapo.pt
 

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19
Fev08

Já vos disse que no blog conto Eu ou contas Tu , já foi publicada a continuação da história?

Não pois não? Pois, esqueci-me.

 

Ontem, com a falta de luz (e com a falta do que fazer, diga-se de passagem) decidi-me finalmente a escrevê-la.

Senti-me um Fernando Pessoa, sei lá. Eu, uma escrivaninha (pronto, era uma mesa) e um côto de vela a arder (e eu com os cornos quase em cima da folha porque não via nada, diga-se de passagem).

Claro que depois meteu-se a hora de jantar e a história ficou assim a modos que "chove não molha". (Também poderia tê-la continuado mais tarde no pc, mas achei que iria trair aquele momento tão poético)

 

E é aqui que vocês entram. Já sabem, fico à espera das vossas participações para este endereço: supergaja1@sapo.pt

Vá, vocês conseguem! Força! Continuem lá aquela história. Mas não lhe coloquem um fim, certo? Apenas façam uma continuação.

Vá, que eu depois arranjo maneira de ir publicando o que fôr recebendo, porque isto desta vez, vai a votos.

 

 

Para quem entrou agora ou não costuma acompanhar este blog ou tem andado desatento e simplesmente não entendeu patavina do que aqui está escrito.......Não se preocupe. Basta enviar-me um mail com as suas dúvidas para o endereço acima referido, pois serão esclarecidas quando eu tiver tempo e me apetecer.

 

A Girência

 

 

 

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